Alterações cutâneas secundárias à infecção por leishmania sp.: revisão de literatura / Skin disturbs caused by leishmania sp. Infection: review

Roberta Carvalho de Freitas e Azevedo, Arlei Marcili

Abstract


A leishmaniose é classificada não somente como uma doença tropical negligenciada, mas também como uma das mais importantes doenças infecciosas negligenciadas. As diversas espécies de Leishmania existentes, ocorre uma divisão de acordo com as características clínicas da doença que elas causam, sendo divididas entre dermatotrópicas e viscerais. No Brasil, a leishmaniose visceral humana e a leishmaniose canina são causadas pela Leishmania (Leishmannia) infantum Novo Mundo, e as principais espécies causadoras da leishmaniose cutânea são a Leishmania (Viannia) braziliensis e Leishmania (Leishmania) amazonensis tanto em humanos quanto em cães. Os cães assumem um papel importante no ciclo da leishmaniose visceral, sendo os principais reservatórios da doença em ambientes urbanos e periurbanos, mas seu papel no ciclo da leishmaniose cutânea não está completamente elucidado. Entre os sintomas apresentados pelos cães acometidos pela leishmaniose, as dermatopatias estão presente em mais de 80% dos casos, e muitas vezes costumam ser o único sintoma apresentado. Entre as dermatopatias mais comuns secundárias a leishmaniose canina, se encontram a dermatite esfoliativa e as ulcerações cutâneas. Ambas são resultado da inflamação causada pelo parasita que atinge diferentes estruturas da pele, e também ainda por danos vasculares secundários a disseminação hematogênica das amastigotas. Diferentemente da leishmaniose visceral canina, a leishmaniose cutânea quando em cães, ainda não tem clínica e epidemiologia bem caracterizada, só se sabendo que as lesões apresentadas são úlceras focais, com bordas elevadas, semelhantes as lesões de humanos. Independente de qual leishmaniose ocorre em cães, cabe sempre aos médicos veterinários serem precisos em seus diagnósticos, colocando a leishmaniose como diferencial em diagnósticos de lesões cutâneas.


Keywords


Pele; zoonoses; histopatológico; cão; Leishmaniose

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DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n4-195

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