Avaliação antioxidante de Pereskia aculeata mill in natura, seca à sombra e ao sol / Antioxidant evaluation of Pereskia aculeata mill in natura, dried in the shade and in the sun

Fernanda Castro Jardim, Gabriela da Silva Schirmann, Mônica Lourdes Palomino de los Santos, Ana Carolina Zago, Vera Maria de Souza Bortolini, Reni Rockenbach, Luciana Gonçalves Rivero, Patrícia Albano Mariño, Guilherme Cassão Marques Bragança

Abstract


A Pereskia aculeata Mill. é considerada um complemento nutricional devido ao seu conteúdo proteico, fibras, ferro, cálcio, dentre outros, podendo ser consumida in natura e coccionada e ser usada em várias preparações, como farinha, saladas, refogados, sopas, omeletes, pães, bolo, tortas, massas. Pode ser encontrada da Bahia ao Rio Grande do Sul, sendo considerada uma planta rústica e persistente que se desenvolve em uma variedade de solos. É de interesse para a indústria alimentícia e farmacológica, por apresentar, além do alto teor de proteínas, lisina e mucilagem, além dos compostos fenólicos, importantes antioxidantes. Dessa forma, objetivou-se avaliar a atividade antioxidante de Pereskia aculeata Mill. submetida a diferentes processos de secagem e seus extratos, utilizando para tal, diferentes métodos de captura de radicais livres e realização de triagem fitoquímica qualitativa em extratos aquosos. As amostras de folhas da espécie Pereskia aculeata Mill. apresentaram-se como uma potencial fonte de compostos antioxidantes e fenólicos, sendo excelentes fontes de proteínas e fibras, com potencial nutricional para dietas alimentares. O vegetal in natura demonstrou maior teor de proteínas e carboidratos em comparação às demais amostras. O horário de colheita, bem como a forma de secagem se mostrou influente sobre o teor de fibras totais, observando-se redução significativa nas amostras colhidas às 20h (secas à sombra e ao sol) e colhidas às 8h (secas à sombra) em relação à planta in natura. Quanto aos antioxidantes, o teor de antocianinas mostrou-se significativamente superior na planta in natura em relação às demais. Os métodos de DPPH e ABTS não denotaram diferenças significativas entre as amostras. Foi observada presença de metabólitos alcaloides, flavonoides, taninos e saponinas respectivamente e indicação de resultado para reação negativa de ausência para glicosídeos antraquinômicos. É uma planta com apelo farmacológico e nutricional, devido a capacidade da Pereskia aculeata Mill. em inibir a formação de radicais livres, pela atuação como antioxidante, justificando a importância da inclusão da planta na alimentação da população. Torna-se, portanto, um importante objeto de pesquisa, bem como, já se apontam promissores resultados no que tange à saúde e nutrição.

 


Keywords


Alimentos Funcionais, Antioxidantes, Radicais Livres.

References


ABDEL-AAL, E. S. M.; HUCL, P. Composition and stability of anthocyanins in blue-grained wheat. Journal Agricultural Food Chemistry. v.51, p.2174- 2180, 2003.

ALMEIDA, M. E. F. Farinha de folhas de cactáceas do gênero Pereskia: Caracterização nutricional e efeito sobre ratos wistar submetidos à dieta hipercalórica. 2012. 128f.Tese de Doutorado (Doutorado em Agroquímica). Universidade Federal de Lavras, 2012.

ALMEIDA, M. E. F.; CORRÊA, A. D. Utilização de cactáceas do gênero Pereskia na alimentação humana em um município de Minas Gerais. 2011. Monografia (Especialização), Departamento de Química, Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2011.

ALMEIDA, T. A.; SCCCI, K. L.; PROVIDELO, C. F.; BLANCO, P. H. Estudo clínico de formulações contendo Pereskia aculeata Mill. para tratamento de acne. 2016. 05 f.- Curso de Biomedicina. In: VIII Mostra Interna de Trabalhos de Iniciação Científica, Unicesumar, Maringá-PR, 2016.

ARNOUS, A. H.; SANTOS, A. S.; BEINNER, R. P. C.; Plantas medicinais de uso caseiro – conhecimento popular e interesse por cultivo comunitário. Revista Espaço para a Saúde. v. 6, n. 2, p. 1-6, 2005.

ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS – AOAC. Official Methods of Analysis. 1. ed., 1141 p., Arlington – Virginia - USA, 1995.

AUGUSTA, I. M.; NASCIMENTO, K. O. Avaliação do teor de compostos fenólicos e atividade antioxidante de ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata Miller). 2013. 04 f.- Curso de Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Seropédica, 2013.

AZEVEDO, C. D.; MOURA, M. A. Cultivo de plantas medicinais: guia prático. Niterói: Programa Rio Rural, 2010.

BARNETT, V; LEWIS, T. Outliers in Statistical Data. John Wiley & Sons, 3 edition, 1994.

BOCHNER, R.; FISZON, J. T.; ASSIS, M. A.; AVELAR, K. E. S. Problemas associados ao uso de plantas medicinais comercializadas no Mercadão de Madureira, município do Rio de Janeiro, Brasil. Revista Brasileira de Plantas Medicinais. v.14, n.3, p.537-547, 2012.

BRAND-WILLIAMS, W.; CUVELIER, M. E.; BERSET, C. Use of free radical method to evaluate antioxidant activity. Lebensmittel – Wissenschaft &Technologiev. 28, n. 1, p. 25-30, 1995.

BRASIL. Ministério da agricultura, pecuária e abastecimento. Secretaria de desenvolvimento agropecuário e cooperativismo. Manual de hortaliças não convencionais. 1. ed. 92p., Brasília – DF, 2010.

CAVALCANTE, U. R. Qualidade de mudas de Pereskia aculeata Miller em resposta ao tipo de substrato e maturação fisiológica do ramo. 2016. 46f. Dissertação (Mestrado em Olericultura). Pós-Graduação em Olericultura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano, Morrinhos – GO, 2016.

COTINGUIBA, G. G.; SILVA, J. R. N.; AZEVEDO, R. R. S.; ROCHA, T. J. M.; SANTOS, A. F.; Método de avaliação da defesa antioxidante: Uma Revisão de Literatura. UNOPAR Cientifica. Ciências Biológicas e da Saúde. v. 15, n. 3, p. 7-231, 2015.

ELIAS, G. A. Produtos florestais não madeireiros da Mata Atlântica no sul de Santa Catarina.2013. 83f. Dissertação (Mestrado em Ciências ambientais). Programa de Pós- -Graduação em Ciências Ambientais, Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma – -SC, 2013.

Farmacognosia: da produto natural ao medicamento. 7. ed., Editora UFRGS, Porto Alegre – RS, 2017.

FOGLIO, M. A.; QUEIROGA, C. L.; SOUSA, I. D. O.; RODRIGUES, R. A. F. Plantas medicinais como fonte de recursos terapêuticos: um modelo multidisciplinar. Minticiência: Construindo a história dos produtos naturais. v. 7, p. 1-8, 2006.

FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002.

FOOD AND AGRICULTURAL ORGANIZATION (FAO). Food energy - methods of analysis and conversion factors. Food and Nutrition Paper 77. Report of a workshop. Rome, 2002. Disponível em: acesso em 26 de setembro de 2019.

GERHARDT, T. E.; SILVEIRA, D. T. Métodos de pesquisa. Editora da UFRGS, Porto Alegre – RS, 2009.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

GIULIETTI, A. M.; HARLEY, R. M.; QUEIROZ, L. P.; WANDERLEY, M. P. L.; BERG, C. V. D.Biodiversidade e conservação das plantas no Brasil. Megadiversidade. v. 1, n. 1, 2005.

GUIMARÃES, J. R. A. Caracterização físico-química e composição mineral de Pereskia aculeata Mill. Pereskia grandifolia Haw. e Pereskia bleo (Kunth) DC. 2018. 74f. Tese (doutorado em Ciências Agronômicas). Faculdade de Ciências Agronômicas, Universida de Estadual Paulista, Botucatu – SP, 2018.

HARDER, M. N. C.; CANNIATTI-BRAZACA, S. G.; ARTHUR, V. Avaliação quantitativa por colorímetro digital da cor do ovo de galinhas poedeiras alimentadas com urucum (Bixa orellana). Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias. v. 102, p. 339-342, 2007.

HOSCHER, R. H. Cinética de secagem e composição química do óleo essencial de folhas de Pereskia aculeata Miller. 2019. 60f. Dissertação (Mestrado). Pós-Graduação em Engenharia Agrícola, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados – MS, 2019.

JUNIOR, C. C.; SCHEFFER, M. C. Boas práticas agrícolas (BPA) de plantas medicinais, aromáticas e condimentares. Revista da Embrapa. n. 88, p. 52, 2009.

KELEN, M. E. B. Plantas alimentícias não convencionais (PANCs): hortaliças espontâneas e nativas. UFRGS, Porto Alegre – RS, 2015.

KINUPP, V. F.; LORENZI, H. Plantas alimentícias não convencionais (PANCs) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. 2. ed. Instituto Plantarum de Estudo da Flora Ltda, São Paulo – SP, 2015.

LIMA, V. V. Da folha ao tubérculo: a versatilidade e a utilização da ora-pro-nóbis e da mandioca na (re)elaboração de uma tradição italiana. Revista de Gastronomia. v. 1, n. 1, 2019.

LUCCA, A. Extração, caracterização e aplicação do biopolímero da planta Pereskia aculeata Miller como auxiliar coagulante/floculante no processo de tratamento de água. 2017. 74f. Dissertação ( Mestrado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos). Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pato Branco – PR, 2017.

MACHADO, C. J. S.; GODINHO, R. S. Dinâmica e características do processo brasileiro de regulação do acesso à diversidade biológica e aos conhecimentos tradicionais associados. Revista de Informação Legislativa. v.191, p. 97-125, 2011.

MANDELLI, M. K. L. M. Avaliação dos parâmetros nutricionais e potencial antioxidante do fruto de Ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata Miller). 2016. 34F. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Química). Departamento de Química da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pato Branco – RS, 2016.

MARINELLI, P. S. Farinhas de moringa (Moringa oleifera Lam.) e ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata Mill.): Biomateriais Funcionais. 2016. 76f. Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Materiais). Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais (POSMAT) da Universidade Estadual Paulista, Bauru – SP, 2016.

MASHKANIA, M. R. D.; LARIJANIB, K.; MEHRAFARINC, A.; BADIC, H. N. Changes in the essential oil content and composition of Thymus daenensis Celak. under different drying methods. Industrial Crops & Products. v. 112, p. 389-395, 2018.

MATOS, F. J. A. Introdução à fitoquímica experimental. 3ª ed. Fortaleza: Editora da UFC; 2009.

MERCÊ, A. L. R.; LANDALUZE J. S.; MANGRICH, A. S.; SZPOGANICZ, B.; SIERAKOWSKI, M. R.; complexes of arabinogalactan of Perskia aculeata an Co2+, Cu2+, Mn2+, and Ni2+. Bioresource Technolog.v. 1, n. 76, p.29-37, 2001.

MORAIS, A. L. F. Propriedades antioxidantes de bebidas e chás preparados a partir de diferentes formulações. 2012. 103 f. Dissertação (Mestrado em controle de qualidade). Faculdade de Farmácia, Universidade de Porto, Porto – Portugal, 2012.

MOUCO, G.; BERNARDINO, M. J.; CORNÉLIO, M. Controle de qualidade de ervas medicinais. Revista Biotecnologia Ciência e Desenvolvimento. v. 31, n. 2, p. 68-73, 2003.

NASAR-ABBAS, S. M.; PLUMMER, J. A.; SIDDIQUE, K. H. M.; WHITE, P.; HARRIS, D.; DODS, K. Cooking quality of faba bean after storage at hight temperature and the role of lignins and other phenolics in bean hardening. Food Science and Technology. v.41, p.1260 – 1267, 2008.

NASCIMENTO, E. R. M. Avaliação da Segurança Nutricional De Pereskia aculeata Miller e Seus Aspectos Nutritivos Em Uma Dieta Crônica de Suplementação Alimentar Proteica Para Camundongos. 2016. 183f. Dissertação (Mestrado em Socio biodiversidade e Tecnologias Sustentáveis).

Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- -brasileira, Redenção – PA, 2016.

OZDEMIR, Y.; YAVAS, H.; OZYURT, U.; KOSTI, R. I.; KESKINEL, O. Olive semidrying process: oleuropein degradation in relation to sensory bitterness. Journal of Food Science and Nutrition. v. 1, n. 2, p. 1-8, 2018.

PEREIRA, B. C.; PEREIRA, A. K. T. Radicais livres: Uma nova abordagem. Revista Saúde Quântica. v. 1, n. 1, 2012.

PINTO, M. R.; ROSADO, C. Utilização de materiais de origem vegetal em produtos farmacêuticos e cosméticos de aplicação cutânea. 2013. 40 f. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Farmácia). Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa, 2013.

PINTO, N. D. C. C.; SCIO, E. The biological activities and chemical composition of Pereskia species (Cactaceae). Review Plant Foods for Human Nutrition. v. 69, n. 3, p. 189-195, 2014.

QUEIROZ, C. R. A. A. Cultivo e composição química de ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata Mill.) sob déficit hídrico intermitente no solo. 2012. 120f. Dissertação (Mestrado em Química). Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, Jaboticabal – SP, 2012.

QUEIROZ, C. R. A. A.; MORAES, C. M. S.; ANDRADE, R. R.; PAVANI, L. C. Crescimento inicial e composição química de Pereskia aculeata Miller cultivada em diferentes luminosidades. Revista Agrogeoambiental. v. 7, n. 4, p. 93-104, 2015.

RAMALHO, E. Z. Efeitos de diferentes doses de ureia no teor de nitrogênio das folhas de Pereskia aculeata. 2012. Departamento de Agronomia, Cesumar, in: VI Mostra Interna de Trabalhos de Iniciação Científica, Maringá – PR, 2012.

RE, R.; PHILIP, O. H. Antioxidant activity applying an improved ABTS radical cation decolorization assay. Free Radical Biology & Medicine. v. 26, n. 9-10, p.123-127, 1999.

REZENDE, H. A.;COCCO, M. I. M. A utilização de fitoterapia no cotidiano de uma população rural. Revista da Escola de Enfermagem da USP. v. 36, n. 3, p. 282-288, 2002.

RIBEIRO, K. S.; GUIMARAES, A. L. A.; O uso de medicamentos à base de plantas medicinais por médicos do SUS no município de Teresópolis RJ. Revista Agrogeoambiental. Edição especial, n. 1, p. 61-65, 2015.

RIBEIRO, P. A.; REIS, W. G.; ANDRADE, R. R.; QUEIROZ, C. R. A. A. Ora-pro-nóbis: cultivo e uso como alimento humano. Revista em Extensão. v. 13, n. 1, 2014.

RIO DE JANEIRO, Manual de Cultivo de Plantas Medicinais. Subgerência do Programa de Plantas Medicinais e Fitoterapia. Gerencia do Programa de Práticas Integrativas e Complementares. – Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil- SMSDC,2011.

ROUSSEEUW, P. J.; LEROY, A. M. Robust regression and outlier detection. John Wiley and Sons, New York, 1987.

SANTOS, A. G.; GARCIA, B. H.. Estudo do efeito antimicrobiano do extrato bruto das folhas de Pereskia aculeata Mill sobre patógenos bucais. In: V Mostra Interna de Trabalhos de Iniciação Científica, Cesumar, Maringá – PR, 2010.

SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de alimentos métodos químicos e biológicos. 235p. 3. ed., Editora UFV, Viçosa - MG, 2002.

SILVA, L. W. Potencial tecnológico das folhas da ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata Miller): Uma Revisão. 2019. 50f. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação em Engenharia de Alimentos). Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos do Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis – SC, 2019.

SILVA, M. L. C.; COSTA, R. S.; SANTANA, A. S.; KOBLITZ, M. G. B.; Composto fenólicos, carotenoides e atividades e atividades antioxidante em produtos vegetais. Semina: Ciências Agrárias. v. 31, n.3, p. 669-682, 2010.

SILVA, M. R.; A utilização do conhecimento de plantas medicinais como ferramenta para estimular a preservação ambiental. Revista Monografias Ambientais. v. 6, n. 6, p. 1354-1380, 2012.

SIMÕES, C. M. O. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 3. ed., Editora UFSC, Florianópolis – SC, 2001.

SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P. A pesquisa e a produção brasileira de medicamentos a partir de plantas medicinais: a necessária interação da indústria com a academia. Revista Brasileira de Farmacognosia. v. 12, n. 1, p. 35-40, 2002.

SIMÕES,C. M. O.; SHENCKEL, E. P.; GOSMANN, G.; MELLO, J. C. P.; MENTZ, L. A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6 ed. Editora UFRGS, Porto Alegre – RS, 2010.

SOUZA, A. T.; ABREU, G. A. Prospecção fitoquímica da hortaliça não convencional Pereskia aculeata Miller (ora-pro-nóbis). 2017. 42f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Química). Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pato Branco – PR, 2017.

SOUZA, D. M.; BASSINELLO, P. Z.; NÓBREGA, L. N. N. Metodologia Científica: Aperfeiçoamento metodológico para digestão assistida via micro-ondas na análise mineral de feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris L.) EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA (EMBRAPA). Comunicado Técnico, 196. 1ª edição, versão online, Santo Antônio de Goiás, GO, 2010.

SOUZA, L. F. Aspectos fitotécnicos, bromatológicos e componentes bioativos de Pereskia aculeata, Pereskia grandifolia e Anredera cordifolia.2014. 125f. Tese (Doutorado em Fitotecnia com Ênfase em Horticultura). Faculdade de Agronomia, Programa de Pós- -Graduação em Fitotecnia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2014.

SOUZA, M. C.; SARTORI, C. F. P.; FELIPE, D. F. Comparação da ação antioxidante de uma formulação contendo extrato de Pereskia aculeata com cosméticos anti-idade presentes no mercado. Revista Saúde e Pesquisa. v. 6, n. 3, p. 461-477, 2013.

SOUZA, M. R. M. Ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata Mill.) como alternativa promissora para produção de proteína densidade de plantio e adubação nitrogenada. 2013. 99f. Tese de doutorado. Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia, Universidade Federal de Viçosa, Viçosa - MG, 2013.

SOUZA, R. M. F.; LIRA, C. S.; RODRIGUES, A.; MORAES, S. A. L.; QUEIROZ, C. R. A. A.; CHANG, R.; AQUINO, F. G. T.; MUNOZ, R. A. A.; OLIVEIRA, A. Atividade antioxidante de extratos de folhas de ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata Mill) usando métodos espectrofotométricos e voltimétricos in vitro. v. 30, supp. 1, p. 448-457, 2014.

TAKEITI, C. Y. AL. Nutritive evaluation of non-conventional leaf vegetable (Pereskia aculeata Miller). International Journal Plants Food Sciences And Nutrition. v. 60, p. 148-160, 2009.

TAPPIN, M. R. R.; LUCCHETTI, L. Sobre a legislação de registro de fitoterápicos. Revista Fitos Eletrônica. v. 3, n. 1, p. 17-30, 2013.

TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

VIEIRA, J. F. Ora-pro-nóbis: a carne dos pobres.2 ed. clube autores, Rio de Janeiro – RJ, 2013.




DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv7n9-245

Refbacks

  • There are currently no refbacks.