A chave esta embaixo da Pedra! Fronteira Brasil/Bolívia Oeste Mato-Grossense: estratégias de relações entre a população local e acessibilidades/ The key is under the stone! Border brazil / Bolivia West Mato-Grossense: strategies of relationship between local population and accessibilities

Denildo da Silva Costa

Abstract


A fronteira Brasil/Bolívia apresenta peculiaridades em todo seu percurso, como uma definição porosa, as populações que vivem sobre estes espaços criaram suas estratégias especiais de relações e de continuidade social e histórica. Este trabalho desenvolvido em quase uma década de observações participante e entrevistas concluiu com a formalização de controles nacionais, os fluxos de interações nos mais diversos moldes acontecem, faltam políticas de discussões e decisões com essas populações locais sobre o tema, bem como uma seguridade participativa.


Keywords


Fronteira, Estratégias e Relações sociais.

References


BERBERT, S. Bienvenidos: história de bolivianos escravizados em São Paulo. Belo Horizonte: Moinhos, 2018.

BERNARD, H. R. ResearchMethods. In: BERNARD, H. Russel. Antropology: Qualitativeand Social Mechanism for build Qualitative Approaches. New York: Altamira Press, 2006.

BIENNES, M. Uma igreja na fronteira. São Paulo: Loyola, 1987.

BOLÍVIA. Como Exportar. Disponível em: http://bit.ly/2mQceR0. Acesso em 25 jan. 2019.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: D.O. 5 de outubro de 1988.

BRASIL. Brasil fronteiras terrestres. Disponível em: http://www.funag.gov.br/ipri/images/informacao-e-analise/fronteiras-terrestres-brasil.pdf. Acesso em 08 de Out. 2020.

COSTA, D da S. Fronteira Brasil/Bolívia: diagnóstico sobre as relações trabalhistas de exploração de mão de obra na produtividade de proteínas animal e vegetal, caso oeste de Mato Grosso. In: Espaço agrário em questão (série Estudos Reunidos, Volume 73) / Organização Anderson Willians Bertholi; Gustavo h. Cepolini Ferreira – 1 ed. – Jundiaí: Paco Editorial, 2019.

COSTA, D da S. Laguna Marfil/Baia Grande: um lago com nome de Palmeira dividido entre dois países e que emerge manejo integrado transfronteiriço. Brazilian Journal of Development., Curitiba, v.6, n. 10, p. 74163-74181, oct. 2020.

CARDOSO, J. B. Hibridismo cultural na América Latina. Revista de Literatura, Araraquara, n. 27, p. 79-90, 2008.

FIGUEIRA, R. R.; PRADO, A. A. Trabalho Escravo por dívida e condições degradantes na área de saúde. Saúde e direitos humanos, p. 57-70, 2010.

GALEANO, E. As veias abertas da América Latina. Buenos Aires: SigloVeintiuno Editores, 2010.

GARCIA C. N.Introducción a lanuevaedición. Culturas híbridas, Paídos, Buenos Aires, p. 13-33, 2001.

GUPTA, A.; FERGUSON, J. BeyondCulture: Space, identityandpoliticsofdifference. Tradução de Pedro Maia Soares. Cultural Antropology, Washington, AmericamAntropologyAssociation, v. 7, n. 1, p. 6-23, 1992.

HABBERMAS, J. Identidades nacionales y postnacionales. Madrid: Tecnos, 1998.

HAESBAERT, R. Dos múltiplos territórios à multiterritorialidade. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE MÚLTIPLAS TERRITORIALIDADES, 1., 2004, Porto Alegre. Anais [...] Porto Alegre: Programa de Pós-Graduação em Geografia, UFRCS, 2004.

IBGE. Vila Bela da Santíssima Trindade. População. Disponível em: http://bit.ly/2mOfYlP. Acesso em: 20 jan. 2019.

LA BOETIE, E. O discurso da servidão voluntária. São Paulo: Martin Claret, 2009.

LEÃO, L. H. da C. Trabalho escravo contemporâneo como um problema de saúde pública. Modern-dayslavery as a publichealthissue. Temas Livre,FreeThemes. Ciencias& Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 21, n. 12, p. 3927-3936, 2016.

LONGO, M. The PoliticsofBorders: Sovereignty, Security, andtheCitizenafter 9/11. Cambridge: Cambridge University Press, 2018.

MARTINS, J de S. A escravidão nos dias atuais de hoje e as ciladas da interpretação. In: COMISSÃO PASTORAL DA TERRA. Trabalho Escravo no Brasil Contemporâneo. São Paulo: Loyola, 1999, p. 127-164.

MARTINS, J. de S. Fronteira: a degradação do outro nos confins do humano. São Paulo: Hucitec, 1997.

MEIRELES, D. M. Guardiães da fronteira Rio Guaporé, século XVIII. Editora Vozes. Petrópolis, 1989.

MONDARDO, M. L. Territórios precários: desequilíbrios entre o crescimento econômico e o desenvolvimento social no oeste da Bahia. ACTA Geográfica, Boa Vista, v. 7, n. 15, p. 85-101, 2013.

OLIVEIRA, T. C. M de. Para além das linhas coloridas ou pontilhadas – reflexões para uma tipologia das relações fronteiriças. Revista da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Geografia (Anpege), v. 11, n. 15, p. 233-256, 2015.

PICOLI, F. Amazônia: pegadas na floresta: uma abordagem da superexploração no trabalho. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 2011.

PUHL, J. I. Territorialidades chiquitanas em comunidades rurais da Província de Velasco, Bolívia (1953-2006). 2011. 285f. Tese (Doutorado em História) – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo.

RAFFESTIN, C. Por uma Geografia do Poder. São Paulo: Ática, 1993.

SAHLINS, P. Boundaries: Th e Makingof France and Spain in thePyrenees. Berkeley: UniversityofCalifornia Press, 1989.

WHYTE, W. F. Sociedade de esquina. Rio de Janeiro: Zahar, 2005 [1943].




DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n11-150

Refbacks

  • There are currently no refbacks.