As contribuições do evento mountain do praia do rosa para o fortalecimento da marca da praia do rosa – Imbituba/SC / The contributions of the pink beach mountain event for the strengthening of the pink beach brand – Imbituba/SC

Fabiana Besen Santos, Ení Maria Ranzan, Richard Perassi Luiz de Sousa

Abstract


Os lugares pensados como marcas remetem para o posicionamento de países, cidades ou destinos e suas respectivas estratégias de valorização. Estas marcas de lugar podem ser construídas de maneira orgânica ou por meio de planejamento estratégico alusivo. Este artigo tem como objetivo apresentar o papel do evento esportivo Mountain Do Praia do Rosa no fortalecimento da marca do local Praia do Rosa – Imbituba/SC, a partir dos impactos que a realização do evento proporciona para o lugar. Caracterizada como estudo de caso, a coleta de dados desta pesquisa foi composta por questionário junto a 850 atletas participantes do evento, questionário com 32 empreendimentos turísticos no segmento de hospedagem e alimentação, bem como entrevista com gestores de quatro empresas do setor turístico e o gestor da empresa organizadora do evento. O turismo tem contribuído para o desenvolvimento econômico e social da Praia do Rosa e os indicadores em diversos segmentos da cadeia produtiva demonstram o impacto positivo do Mountain Do na economia da localidade. Como único evento grande porte que ocorre na baixa temporada, a movimentação dos visitantes lota os estabelecimentos reforçando a economia da região e gerando ocupações funcionais temporárias. Além dos benefícios financeiros e sociais para a cidade, a realização do evento esportivo associa a Praia do Rosa com a prática de atividades saudáveis. Esta composição da identidade da marca do local e a respectiva imagem percebida caracterizam e fortalecem a marca ‘Praia do Rosa’.

 


Keywords


Marcas; marca do lugar; Mountain do; eventos esportivos; Praia do Rosa.

References


Boullón, R. (1991).Planificacióndelespacio turístico. Trillas: México.

Carvalho, C. M. P (2012). Com os pés descalços. In: M. A. R. Baltaret al (Org.). Cronicar II: olhares, sentimentos e lugares. Florianópolis: UFSC.

CBAT (2017). Regras oficiais da IAAF que tratam de corridas 2016 – 2017. Recuperado em 30 abril, 2018, de: http://www.cbat.org.br/normas/Regras_IAAF_de_Corridas.pdf

Dinnie, K. (2008). Nation Branding: Concepts, issues, practices. Elsevier: GreatBritain.

Figuerola Palomo, M. (1985). Teoría Económica del Turismo. Madrid: Alianza Editorial.

Girardi, J. (2016). Identidade, imagem e marca de lugares. Gestão de marketing de lugares. Recuperado em 05 março, 2017, de https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/1680949/mod_resource/content/3/lugares%20aula%202%202016.pdf

Guimarães, R. & Cabral, J. (1997). Estatística. Lisboa: McGraw-Hill.

G1Globo (2014). Praia do Rosa está na lista das 30 baias mais belas do mundo. Recuperado de: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/verao/2014/noticia/2013/12/praia-do-rosa-em-sc-esta-na-lista-das-30-baias-mais-belas-do-mundo.html

Keller, K. L., & Machado, M. (2006). Gestão estratégica de marcas. São Paulo: Prentice Hall do Brasil.

Lima, T. A. A. (2016). Marcas do lugar: Conhecimento, intersubjetividade e ficção no processo de mediação da arte graffiti (Dissertação de Mestrado, UFSC, 2016). Banco de Teses e Dissertações EGC-UFSC.

Mattar, F. N (1999). Pesquisa de Marketing: metodologia e planejamento. 5 ed. v 1. São Paulo: Atlas.

Minayo, M. C. S. (1994). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 11 ed. Rio de Janeiro: Vozes.

Mountain Do (2018). Apresenta informações sobre o Mountain Do. Recuperado em30 abril, 2018, de: http://www.mountaindo.com.br.

Mota, K. & Maciel Filho, J (2011). Segmento do turismo de negócios para as agências de viagem: perfil de clientes corporativos de Fortaleza e região metropolitana - CE. Rev. Tur. Anál. São Paulo, v. 22, n. 2, ago.

Perassi, R. (2001). A visualidade das marcas institucionais e comerciais como campo de significação. Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica.

Pinho, J. B. (1996). O poder das marcas. São Paulo: Summus.

Pires, A. G. (2008). Caracter da Arquitetura e do lugar. Recuperado em 03 abril, 2018, de http://lafis.fa.utl.pt/ciaud/res/paper/ART_Amilcar-Pires.pdf

Norberg-Schulz, C. (1980). Genius loci. Towards a phenomenology of architecture. Londres: AcademyEditions.

Nunes, C.C. (2017). Conhecimento da cidade: Modelo de qualificação da imagem da marca do lugar urbano. Tese de Doutorado, UFSC.

Silva, N. C. P. (2010). Elementos visuais identificadores da marca de lugar em peças gráficas do setor turístico de Florianópolis. Recuperado em 05 março, 2017, de https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/93604/280612.pdf?sequence=1

The Guardian. (2015). 10 best beaches you never heard. Recuperado em 30 abril, 2018, de: https://www.theguardian.com/travel/2015/apr/27/10-best-beaches-youve-never-heard-of-brazil-austraila-us.




DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv5n5-1576

Refbacks

  • There are currently no refbacks.