Estudo da composição química da semente da quinoa Chenopodium quinoa / Study of the chemical composition of Chenopodium quinoa seed

Arlene da Câmara, Bruna Lorena Meneses Marques, Keith Hellen Dias da Silva Lira, Francisco Canindé de Sousa Júnior, Thaís Souza Passos, Cristiane Fernandes de Assis

Abstract


A Chenopodium quinoa Wild, quinoa tem sido considerada uma espécie de cultivo importante devido apresentar proteínas de alto valor biológico e aminoácidos essenciais biodisponíveis, lipídios insaturados, fibras dietéticas, carboidratos complexos e outros compostos bioativos benéficos, como compostos polifenólicos. O objetivo desse trabalho foi determinar a composição química da semente de quinoa, gentilmente cedida pela empresa Plantus S/A, quantificar os principais minerais presentes, determinar condição mais adequada para a extração dos compostos fenólicos, quantificá-los e avaliar a atividade antioxidante. As análises de umidade, cinzas, lipídeos, fibra bruta, proteínas e carboidratos foram realizadas pelo método da AOCS. A determinação dos minerais utilizou espectrometria de emissão óptica com plasma (ICP/OES). A análise de fenólicos totais foi realizado pelo método Folin – Ciocalteu. A atividade antioxidante por DPPH foi determinada de acordo com método proposto por Brand-Willians. O teor de umidade da semente de quinoa foi de 12,78 ± 0,031, valor superior quando se comparado com a semente de linhaça, porém a quantidade de cinzas (1,925g ± 0,014) foi inferior a mesma semente. O teor de lipídeos foi 10, 740% ± 1,6 mostrando a riqueza de ácidos graxos da semente. A fibra bruta encontrada foi 7, 633% ± 1, 0 com valor inferior aos contidos na semente de linhaça (35,5%) e ao da semente de gergilim (11,9%) devido ao método utilizado. O valor das proteínas foi 13, 125% ± 1, 4, se apresentando como segundo componente mais predominante, e devido a essa quantidade a semente de quinoa atrai a atenção de pesquisadores, principalmente por ela possuir equilíbrio e eficiência semelhante a proteína do leite. O valor dos carboidratos determinado foi de aproximadamente 53,34% ± 1,94, sendo esses superiores a quantidade de carboidratos presentes na semente de linhaça e de gergilim. A análise dos minerais mostrou o cálcio e o fósforo como os minerais predominantes 100 e 31 mg.g-1, respectivamente. A quantidade de compostos fenólicos da semente foi 1,41 mg de ácido gálico.g-1. Já a o valor do IC50 determinado pelo método DPPH foi de 0,02 mg/g, mostrando a alta capacidade antioxidante da semente. Este trabalho mostra que a semente apresenta elevado teor de proteínas, lipídeos e compostos fenólicos sendo relevante para a área de alimentos.

 

 


Keywords


composição centesimal, atividade antioxidante, fenólicos totais.

References


ABUGOCH JAMES, L. E. (2009). Quinoa (Chenopodium quinoa Willd.): composition, chemistry, nutritional and functional properties. Advances in Food and Nutrition Research 58(cap.1): 1-31.

ADITIVOS E INGREDIENTES. A importância dos minerais na alimentação. São Paulo: Editora Insumos Ltda, p. 31-41,2018.

ALAM, M. N.; BRISTI, N. J.; RAFIQUZZAMAN, M. Review on in vivo and in vitro methods evaluation of antioxidant activity. Saudi Pharmaceutical Journal, v. 21, n. 2, p. 143-152, 2013

ALVAREZ-JUBETE, L. et al. Polyphenol composition and in vitro antioxidant activity of amaranth, quinoa buckwheat and wheat as affected by sprouting and baking. Food Chemistry. 119 (2), 770–778. 2010.

ALVES, L. F.; ROCHA, M. S.; GOMES, C. C. F. Avaliação da qualidade proteica da Quinua Real (Chenopodium quinoa Willd.) através de métodos biológicos. E-scientia, v.1, n.1, 2008.

ANDO, H., CHEN, Y., TANG, H., SHIMIZU, M., WATANABE, K., AND MIYSUNAGA, T. (2002). Food Components in Fractions of Quinoa Seed. Food Sci. Technol. Res. 8(1), 80–84.

ASCHERI, J. L.; SPEHAR, C. R.; NASCIMENTO, N. E. Caracterización química comparativa de harinas instantaneas por extrusión de quinoa (Chenopodium quinoa Willd.), maíz y arroz. Alimentaria, Madrid, v. 39, n.331, p. 82-89.2002.

ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS. Official methods of analysis of AOAC International. 16th ed. Virgini, 1995. 2 v. Edited by Patrícia Cunniff. v. 1 (reg. 087/1996) - Agricultural chemicals; Contaminants; Drugs. v. 2 (reg. 088/1996) - Food composition; Additives; Natural contaminants.

BERNAUD, FERNANDA SARMENTO ROLLA; RODRIGUES, TICIANA C.. Fibra alimentar: ingestão adequada e efeitos sobre a saúde do metabolismo. : ingestão adequada e efeitos sobre a saúde do metabolismo. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, [s.l.], v. 57, n. 6, p. 397-405, ago. 2013. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/s0004-27302013000600001

BERTI, C.; RISO, P.; MONTI, L. D.; PORRINI, M. In vitro starch digestibility and in vivo glucose response of gluten-free foods and their gluten counterparts. European Journal of Nutrition, v. 43, n. 4, p. 198-204, 2004.

BRAND-WILLIAMS, W.; CUVELIER, M. E.; BERSET, C. Use of a free radical method to evaluate antioxidant activity., LWT - Food Science and Technology v. 28, n. 1, p. 25-30, 1995.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução – RDC nº 360, de 23 de dezembro de 2003. Brasília, DF.

CHAUHAN, G. S., ESKIN, N. A. M., and TKACHUK, R. 1992. Nutrients and antinutrients in quinoa seed. Cereal Chem. 69:85

CHOI CW, KIM SC, HWANG SS, CHOI BK, AHN HJ, LEE MY, PARK SH, KIM SK 2002. Antioxidant activity and free radical scavenging capacity between Korean medicinal plants and flavonoids by assay-guided comparison. Plant Sci 163: 1161-1168

COMAI, S.; BERTAZZO, A.; BAILONI, L.; ZANCATO, M.; COSTA, C. V. L.; ALLEGRI, G. The content of proteic and nonproteic (free and protein-bound) tryptophan in quinoa and cereal flours. Food Chemistry, London, v. 100, n. 4, p. 1350 -1355, 2007.

CUNNIFF, P. A. (Ed.). Official Methods of Analysis of the Association of Official Analytical Chemists. 16th ed. Virginia: AOAC, 1995.

DENG, J.; CHENG, W.; YANG, G. A novel antioxidant activity index (AAU) for natural products using the DPPH assay., Food Chemistry v. 125, n. 4, p. 1430-1435, 2011. ISSN 0308-8146.

DINI, IRENE & TENORE, GIAN CARLO & DINI, ANTONIO. (2010). Antioxidant compound contents and antioxidant activity before and after cooking in sweet and bitter Chenopodium quinoa seeds. Lwt - Food Science and Technology. 43. 447-451. 10.1016/j.lwt.2009.09.010.

FABIO, AMANDA & PARRAGA, GLORIA. (2017). Origin, Production and Utilization of Pseudocereals: Chemistry and Technology. 10.1002/9781118938256.ch1.

FAO – Quinoa: an ancient crop to contribute to word food security. Regional Office for Latin America and the Caribbean, La Paz: FAO, 2011. 63p.

FARRO, P. C. A. (2008). Desenvolvimento de filmes biodegradáveis a partir de derivados do grãode quinoa (Chenopodium quinoa Willdenow) da variedade “Real”. [Tese]. Campinas: Faculdade de Engenharia de Alimentos, Universidade Estadual de Campinas, 303p.

GANZAROLI, JÉSSICA FRANZÃO. AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CENTESIMAL E DO PERFIL DE ÁCIDOS GRAXOS PRESENTES NAS SEMENTES Salvia hispânica L. (CHIA). ”. [Tese]. Campo Mourão: Faculdade de Engenharia de Alimentos, Universidade Tecnológica Federal Do Paraná, p. 202

GELY MC, SANTALLA EM. 2007. Moisture diffusivity in quinoa (Chenopodium quinoa Willd.) seeds: effect o fair temperature na initial moisture contente of seeds. J Food Eng 78 (3): 1029-1033.

GONZÁLEZ, J.A., ROLDÁN, A., GALLARDO, M. et al. Quantitative determinations of chemical compounds with nutritional value from inca crops: Chenopodium quinoa (‘quinoa’). Plant Food Hum Nutr 39, 331–337 (1989).

GORDILLO-BASTIDAS E, DÍAZ-RIZZOLO DA, ROURA E, MASSANÉS T, GOMIS R (2016) Quinoa (Chenopodium quinoa Willd), from Nutritional Value to Potential Health Benefits: An Integrative Review. J Nutr Food Sci 6: 497. doi:10.4172/2155-9600.1000497

GUIDO, LF E MOREIRA, MM (2017). Técnicas para extração de grãos gastos de cervejeiros Polifenóis: uma revisão. Food and Bioprocess Technology, 10 (7), 1192–1209

HALLIWELL, B.; GUTTERIDGE, J.M. C. Antioxidants: Molecules, medicines, and myths. Biochemical and Biophysical Research Communications, v. 393, p. 561-564, 2010

HUNT, J., JOHNSON, L. E JULIANO, B. 2002. Bioavailability of zinc from cooked Borges - Características da Quinoa 20 Philippine milled, undermilled, and brown rice, as assessed in rats by using growth, bone zinc, and zinc-65 retention. Journal of Agriculture and Food Chemistry 50(18): 5229-5235.

INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Normas analíticas. 3 ed. São Paulo, 1985.

KAHKONEN, M. P. et al. Antioxidant activity of plant extracts containing phenolic compounds. Journal Agricultural Food Chemistrry, v. 47, n. 10, p. 3954-3962, 1999.

KARYOTIS, T.; ILIADIS, C.; NOULAS, C.; MITSIBONAS, T. Preliminary Research on Seed Production and Nutrient Content for Certain Quinoa Varieties in a Saline-Sodic Soil. Journal of Agronomy and Crop Science, Berlin, v. 189, n. 6, p. 402-408, 2003

KOZIOL, M. J. (1992). Chemical composition and nutritional evaluation of Quinoa (Chenopodium quinoa Willd.). Journal of Food Composition and analysis 5(1): 35-68.

LOPES, CRISTIANE DE OLIVEIRA. Composição química e influência do consumo de farinhas de quinoa (Chenopodium quinoa) processadas nos níveis glicêmicos e lipidêmicos de ratos Wistar. 2011. 153 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Ciência dos Alimentos, Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2011.

MANACH, C., A. SCALBERT, C. MORAND, C. RÉMÉSY, AND L. JIMENEZ. 2004. Polyphenols: Food sources and bioavailability. Am. J. Clin. Nutr. 79:727–747. doi:10.1093/ajcn/79.5.727

MARADINI FILHO, Antonio Manoel. Caracterização físico-química, nutricional e fatores antinutricionais de quinoa da variedade brasileira brs piabiru. 2014.

MORAIS, E. C. et al. Compostos bioativos e características físico-químicas de polpa de araticum in natura e pasteurizada. Brazilian Journal of Food Technology. 20. 2017.

MORRIS DH. Linaza: Una recopilación sobre sus efectosenlasalud y nutrición. 4° ed. Canadá: Winnipeg, 2007.

MUJICA, A. (1994) Andean grains and legumes. In: Hernando Bermujo, J.E. and Leon, J. (eds) Neglected Crops: 1492 From a Different Perspective. Plant Production and Protection Series, FAO, Rome, Italy, pp. 131-148.

MULTARI, SALVATORE; MARSOL-VALL, ALEXIS; KESKITALO, MARJO; YANG, BAORU; SUOMELA, JUKKA-PEKKA. Effects of different drying temperatures on the content of phenolic compounds and carotenoids in quinoa seeds (Chenopodium quinoa ) from Finland. Journal Of Food Composition And Analysis, [s.l.], v. 72, p. 75-82, set. 2018. Elsevier BV.

NG, S., ANDERSON, A., COKER, J., AND ONDRUS, M. (2007). Characterization of lipid oxidation products in quinoa (Chenopodium quinoa). Food Chemistry 101(1): 185–192

NOVELLO D, POLLONIO MAR. Caracterização físico-química e microbiológica da linhaça dourada e marrom (Linum Usitatissimum L.). Rev Inst Adolfo Lutz. São Paulo, 2012; 71(2):291-300.

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISA EM ALIMENTAÇÃO - NEPA. Tabela brasileira de composição dos alimentos - TACO. 4ed. Campinas: NEPA/UNICAMP, 2011.

OGUNGBENLE, H.N., 2003. Nutritional evaluation and functional properties of quinoa (Chenopodium quinoa) flour. International Journal of Food Sciences and Nutrition 54 (2), 153–158

PANDEY, K.B., AND S.I. RIZVI. 2009. Plant polyphenols as dietary antioxidants in human health and disease. Oxid. Med. Cell. Longev. 2:270–278. doi:10.4161/oxim.2.5.9498

RANHOTRA, G. S.; GELROTH, J. A.; GLASER, B. K.; LORENZ, K. J.; JOHNSON, D. L. Composition and protein nutritional quality of quinoa. Cereal Chemistry, Saint Paul, v. 70, n. 3, p. 303-305, 1993

REPO-CARRASCO, R., ESPINOZA, C., AND JACOBSEN, S. (2003). Nutritional value and use of the Andean crops quinoa (Chenopodium quinoa) and kan˜iwa (Chenopodium pallidicaule). Food Rev. Int. 19, 179–189.

REPO-CARRASCO-VALENCIA, R. A. M., AND SERNA, L. A. (2011). Quinoa (Chenopodium quinoa, Willd.) as a source of dietary fiber and other functional components. Ciência e Tecnologia de Alimentos 31(1): 225-230.

RIDOUT, C.L., K.R. PRICE, M.S. DUPONT, M.L. PARKER, and G.R. FENWICK. 1991. Quinoa saponins-analysis and preliminary investigations into the effects of reduction by processing. J. Sci. Food Agr. 54:165–176.

RODRÍGUEZ, K., AH-HEN, K. S., VEGA-GÁLVEZ, A., VÁSQUEZ, V., QUISPE-FUENTES, I., ROJAS, P., & LEMUS-MONDACA, R. (2016). Changes in bioactive components and antioxidant capacity of maqui, Aristotelia chilensis [Mol] Stuntz, berries during drying. LWT - Food Science and Technology, 65, 537–542.

RUALES, J. AND NAIR, B.M. (1994ª) Effect of processing on in vitro digestibility of protein and starch in quinoa seeds. International Journal of Food Science and Technology 29, 449- 456.

RUALES, J. AND NAIR, B., (1994b) Properties of starch and dietary fibre in raw and processed quinoa (Chenopodium quinoa Wild.) seeds. Plant Food for Human Nutrition 45, 223-246.

RUSLAN, KOMAR; HAPPYNIAR, SHELVY; FIDRIANNY, IRDA. Antioxidant potential of two varieties of Sesamum indicum L. collected from Indonesia. Journal Of Taibah University Medical Sciences, [s.l.], v. 13, n. 3, p. 211-218, jun. 2018. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.jtumed.2018.02.004.

SCHOENLECHNER, R.; SIEBENHANDL, S.; BERGHOFER, E. Pseudocereals. In: ARENDT, E. K.; BELLO, F. D. Gluten-Free Cereal Products and Beverages. London: Food Science and Technology International, 2008. cap. 7, p. 149-190. Series.

SEGURA-CAMPOS, M. R.; SALAZAR-VEGA, I. M.; CHEL-GUERRERO, L. A.; BETANCUR-ANCONA, D. A. Biological potential of chia (salvia hispanica l.) protein hydrolysates and their incorporation into functional foods. Food Science and Technology, London, v. 50, n. 2, p. 723-731, 2013.

SINGLETON, VL, ROSSI, JA. Colorimetry of total phenolics with phosphomolybdic-phosphotungstic acid reagents. Am J Enol Viticult. 1965: 16(3): 144 – 158.

SPEHAR, C. R.; SOUZA, P. I. M. Adaptação da Quinoa (Chenopodium quinoa Willd.) ao cultivo nos cerrados do Planalto Central: resultados preliminares. Pesq. Agropec. Bras., v. 28, n. 5, p. 635-639, 1993.

SPEHAR, C. R., AND SANTOS, R. L. B. (2002). Quinoa ‘BRS Piabiru’: alternativa para diversificar os sistemas de produção de grãos. Pesquisa Agropecuária Brasileira 37(6): 889-893.

SPEHAR, C. R. (2007). Quinoa: alternativa para a diversificação agrícola e alimentar. Ed. Técnico. Planaltina, DF, Brasil, Embrapa Cerrados,103p.

TANG, Y., LI, X., CHEN, P.X., ZHANG, B., HERNANDEZ, M., ZHANG, H., TSAO, R. 2015a. Characterisation of fatty acid, carotenoid, tocopherol/tocotrienol compositions and antioxidant activities in seeds ofthree Chenopodium quinoa Willd genotypes. Food Chem. 174, 502–508.

TINKEL, J.; HASSANAIN, H.; KHOURI, S. J. Cardiovascular Antioxidant Therapy: A Review of Supplements, Pharmacotherapies, and Mechanisms. Cardiology in Review, v. 20, n. 2, p. 77-83, 2012

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP. Tabela brasileira de composição de alimentos - TACO. 4. ed. rev. e ampl. Campinas: UNICAMP/NEPA, 2011. 161 p.

VALERIANO, F. R.; NERY, M. C.; PINTO, N. A. V. D.; CAMPOS, AMANDA REIS DE MELO; OLIVEIRA, A.S.; FIALHO, C. M. T.. Morfologia de sementes de gergelim. Acta Iguazu, Mato Grosso, v. 8, n. 2, p. 23-36, mar. 2019.

VEGA-GÁLVEZ, A. et al. Characteristics and Mathematical Modelingof convective drying of quinoa (Chenopodium quinoa willd.) Influence of temperature on the kinetic parameters. Journal of Food Processing and Preservation, v. 34, n. 6, 945-963, 2010b.

VEGA-GÁLVEZ, A. V., MIRANDA, M., VERGARA, J., URIBE, E., PUENTE, L., AND MARTÍNEZ, E. A. (2010). Nutrition facts and functional potential of quinoa (Chenopodium quinoa Willd.), an ancient Andean grain: a review. Journal of the Science of Food and Agriculture 90: 2541-2547.

WEBER, C. W., GENTRY, H. S.; KOHLHEPP, E. A.; MCCROHAN, P.R. The nutritional and chemical evaluation of chia seeds. Ecology of Food and Nutrition, v.26, p.119-125, 1991.

WOOD, S. G.; LAWSON, L. D.; FAIRBANKS, D. J.; ROBISON, L. R.; ANDERSEN, W. R.. Seed Lipid Content and Fatty Acid Composition of Three Quin oa Cultivars. Journal Of Food Composition And Analysis. Estados Unidos, p. 41-44. fev. 1993.

ZURAVSKI, Luísa et al. Avaliação da capacidade antioxidante do extrato aquoso da linhaça dourada e marrom (Linum usitatissimum L.) na forma de grão pelo teste do DPPH. Anais do Salão Internacional de Ensino, Pesquisa e Extensão. Rio Grande do Sul. 2012.




DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n6-099

Refbacks

  • There are currently no refbacks.