Determinação das condições cromatográficas para a análise de diclofenaco, ibuprofeno e naproxeno em efluentes / Determination of chromatographical conditions for the analysis of diclofenac, ibuprofen and naproxen in effluents

João Vítor Correia, Pedro Henrique da Silva, Keila Angélica Peron, Eny Maria Vieira

Abstract


 A identificação de resíduos fármacos em matrizes ambientais, vem chamando a atenção de cientistas em várias partes do mundo. O tema encontra-se em frequente discussão devido a frequência de que fármacos são encontrados em efluentes de estação de tratamento de esgotos (ETE´s), águas de abastecimento público e outras matrizes ambientais, onde as concentrações variam na faixa de µg L-1 e ng L-1. A apreensão por encontrar esses resíduos de fármacos na água são os potenciais efeitos adversos para a saúde de organismos aquáticos, animal e humana. Nesta pesquisa, estão sendo estudados o diclofenaco sódico, ibuprofeno e naproxeno, por serem anti-inflamatórios mais comercializados e prescritos por médicos. O método analítico utilizado foi a Cromatografia Liquida de Alta Eficiência (HPLC) com detector UV-VIS. A coluna cromatográfica utilizada foi a C-18 da Zorbax ODS, com 250 mm de comprimento, 4,6 mm de diâmetro interno e espessura de 5 µm. A eluição da fase móvel foi feita no modo isocrático, com a proporção dos solventes 65:35 de acetonitrila (0,05% ácido trifluoracético) e água purificada (0,05% ácido trifluoracético) , com fluxo de 0,8 mL.min-1, volume de injeção 20 µL, temperatura da coluna 25ºC e o comprimento de onda selecionado para o diclofenaco sódico foi de 278 nm, ibuprofeno 220 nm e naproxeno 230 nm.


Keywords


água; estação de esgoto; fármacos.

References


ARRAIS, P. S. D. Prevalência da automedicação no Brasil e fatores associados. Revista de Saúde Pública, 2016. Disponível em: http://www.rsp.fsp.usp.br/. Acessado em 15 ago. 2019.

BARTIKOSKI, B. J. Automedicação: riscos e consequências. Farmacológica, 2018. Disponível em: https://www.ufrgs.br/farmacologica/2018/06/24/um-pouco-sobre-a-automedicacao/. Acessado em: 15 ago. 2019.

BIERNATH, A. Os remédios mais vendidos do Brasil. Super Interessante, 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/os-remedios-mais-vendidos-do-brasil/. Acessado em 16 ago. 2019.

LANÇAS, F. M. Extração em fase sólida (SPE). São Carlos: Rima, 2004.

PERON, Keila Angélica. Validação da metodologia analítica para a determinação do diclofenaco sódico em amostras de esgoto da estação de tratamento da cidade de Araraquara-SP. Dissertação (Mestrado em Química Analítica) – Instituto de Química de São Carlos, Universidade de São Paulo, 2007.

RIGOBELLO, Eliane S. Avaliação da remoção de diclofenaco e formação de subprodutos em tratamento de água. Tese (Doutorado em Química Analítica e Inorgânica) – Instituto de Química de São Carlos. Universidade de São Paulo. 2012.

STUMPF, M. et al. Polar drug residues in sewage and natural Waters in the state of Rio de Janeiro, Brazil. Sci. Total Environ, 1999.




DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n6-061

Refbacks

  • There are currently no refbacks.