Incidência do infarto agudo do miocárdio em idosos no norte de Minas Gerais, no período de 2008 a 2018/ Incidence of acute myocardial infarction in elderly people in northern Minas Gerais, From 2008 to 2018

Paula Yanca Souza Franco, Marina Veloso Rocha, Bruno Rocha Guedes, Gabriel Pereira Almeida, Gustavo Veloso Afonso, Bianca Andrade Ferreira, Maria Clara Gomes Oliveira, Renata da Mata Braga, Pâmula Souza Franco

Abstract


Introdução: As doenças cardiovasculares, incluindo o infarto agudo do miocárdio (IAM), representam um importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo, apresentando altas taxas de incidência e mortalidade, principalmente entre a população idosa. O IAM é uma condição clínica decorrente da obstrução da artéria coronária, levando a um desequilíbrio entre a oferta e o consumo de oxigênio, devido ao fluxo insuficiente para o miocárdio, podendo levar a morte de células do tecido cardíaco. Metodologia: Estudo epidemiológico, descritivo, com corte transversal e quantitativo, realizado através de pesquisa documental no DATASUS e Sistema de Informações Hospitalares (SIH/SUS) com coleta de dados no mês de setembro de 2018. Compreendeu tabulação e análise dos dados referente aos atendimentos de urgência por IAM em idosos no norte de Minas Gerais entre 2008 e 2018. Resultados/Discussão: O infarto agudo no miocárdio contribui consideravelmente para o aumento do número de óbitos, principalmente na população idosa. No Norte de Minas, Montes Claros/Bocaiúva, apresentou maior prevalência de internações, 82,3% do total. O serviço privado representa a grande maioria de internações e o número de óbitos por infarto vem diminuindo de forma significativa nos últimos dois anos, do estudo, no norte de minas. Conclusão: Portanto, com a dedicação de uma equipe multiprofissional, é possível desenvolver recursos que levem os doentes a assumirem uma atitude ativa diante de sua doença, conhecendo e controlando os fatores de risco presentes no seu estilo de vida.


Keywords


Infarto, Doenças cardiovasculares, Idosos. Morbidade, Mortalidade.

References


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DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv4n4-082

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