Os impactos do iam para o sistema único de saúde e para o Brasil / The impacts of iam for the unique health system and for Brazil

Amanda Batista Coelho, Ana Flávia Resende Romanielo, Alessandra Resende Romanielo, Victoria Alessandra Barbosa, Ana Gabriela Batista Pinheiro de Brito, Bruna Moraes Farias Dantas, Heloisa Ganassini Quintanilha, Renata Pedroso Carvalho, Tayla Figueiredo Lacerda, Débora de Lima Ramos, Esther Eloisa Magalhães de Paula, Angélica Cristina Bezerra Sirino Rosa, Gabriella Rodrigues Cascão, Victor Antônio Paulino da Silva, Viviana Cristina de Souza Carvalho, Joyce Karolyny Lopes de Souza, Altair Bartiloti Castro Santos Neta, Michelle Lorrane Bezerra Hipólito, Rafael Gustavo Ferreira de Paula, Júlio César Peixoto dos Santos Filho, Vinícius Silva Ferreira

Abstract


A partir da década de 1960 vem ocorrendo diminuição das doenças infecto-parasitárias (DIP) e aumento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é a principal causa das Doenças Cardiovasculares (DCV). Dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) de 2013 revelavam que o IAM foi a principal causa de morte por doença cardíaca no Brasil e os especialistas projetam que assim seja nos próximos anos caso medidas não sejam instituídas visando inverter essa curva. Dessa forma, é de importância obter atendimento pré-hospitalar rápido e eficiente reduzindo o tempo entre o início do evento isquêmico e necrose até o tratamento. Por isso, o objetivo deste trabalho é interpretar a prevalência do IAM em relação a regiões, sexo e idade no Brasil e o possível impacto disso nos custos pro sistema único de saúde (SUS). A metodologia utilizada foi uma revisão sistemática da literatura, usando como base de dados Pubmed, Scielo e Google Acadêmico a partir das seguintes palavras-chaves: “IAM”. “incidência” e “prevalência”.

 


Keywords


“Infarto Agudo do Miocárdio”, “Prevalência” e “Impactos”.

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DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv4n4-057

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