Teores de flúor nas águas do Município de Igaracy-PB/ Fluorine contents in waters in the City of Igaracy-PB

Ramon Rodrigues de Lima, Matheus Harllen Gonçalves Veríssimo, Brenno Anderson Santiago Dias, Matheus Andrade Rodrigues, Annyelle Anastácio Cordeiro, Pauliny Anaiza de Almeida Pereira, Larissa Alves Assunção de Deus, Flávia Regina Galvão de Sousa, Suzie Clara da Silva Marques, Monara Henrique dos Santos, Rodrigo Barros Esteve Lins, Helene Soares Moura, Morgana Maria Souza Gadêlha de Carvalho, Fábio Correia Sampaio

Abstract


Objetivo: Analisar e mapear índices do flúor em águas in natura do município de Igaracy-PB. Método: As amostras foram coletadas em recipientes de plástico num volume de 500ml. Após a coleta as amostras foram armazenadas em recipientes térmicos até seu transporte para o Laboratório de Biologia do Meio Bucal (LABIAL) e o Laboratório de Química e Bioquímica da UEPB. Um eletrodo flúor-íon-específico e um potenciômetro foram usados para medições de flúor. Curvas de calibração foram executadas, usando amostras padrão conhecidas, contendo entre 0,4 a 6,4 mg / L de flúor. Tanto as soluções-padrão como as amostras de águas foram adicionadas ao Total Ionic Strength Adjusting Buffer II. As leituras em milivolts foram convertidas para concentração iônica de flúor por meio de uma curva padrão de correlação. Resultados: Os teores de flúor encontrado nas amostras variaram de 0,12 mg/L a 1,13 mg/L, onde aproximadamente 10% das amostras testadas apresentaram valor superior a 1mg/L. E o pH das amostras variaram de 5 a 9. Embora, os valores encontrados estejam abaixo da portaria vigente 2914/2011 do Ministério da Saúde, há uma preocupação do valor próximo ao limite. Conclusão: Com base nos resultados, todos os pontos testados apresentavam-se dentro dos valores normativos, porém 10% da amostra apresenta-se próximo do limítrofe, sugere-se então novos experimentos nesse local próximo ao limite, para possível averiguação.


Keywords


Flúor, Fluorose, Teor.

References


ARIF, M. et al. Assessment of fluoride level in groundwater and prevalence of dental fluorosis in Didwana block of Nagaur district, Central Rajasthan, India. Int J Occup Environ Med. v. 4, n. 4, p. 178-78, 2013.

BRASIL. Águas subterrâneas: um recurso a ser conhecido e protegido. Brasília/DF, Ministério do Meio Ambiente/Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano/Departamento de Recursos Hídricos, 2007. 40 p.

COSTA, A. B.; LOBO, E. A.; SOARES, J; KIRST, A.; Desfluoretação de águas subterrâneas utilizando filtros de carvão ativado de osso. Revista Águas Subterrâneas, São Paulo, n. 3, v. 27, p. 60-70, 2013.

FERREIRA, R. G. L. A.; NARVAI, P. C. Fluoretação da água: significados e lei da obrigatoriedade na visão de lideranças em saúde. Rev Assoc Paul Cir Dent, v. 69, n. 3, p. 266-71, 2015.

FUJIBAYASHI, S. Y. et al. Dental fluorosis severity in a group of school children. RSBO, V. 8, n. 2, p. 63-178, 2011.

KATO, M. T. “pH”. Curso Qualidade da Água, do Ar e do Solo. Escola de Engenharia Mauá. São Caetano do Sul/SP, 1983.

LEAL, S. D.; CARVALHO, F.S.; CARVALHO, C. A. P. Conhecimento de alunos do curso de odontologia sobre o uso racional do flúor. Revista da odontologia da UNESP, v. 44, n. 1, p.51-58, 2015.

MINISTÉRIO DA SAÚDE (Brasil). Portaria nº. 2.914, de 12 de dezembro de 2011. Dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Disponível em: . Acesso em: 10 ago. 2015.

RODRIGUES, G. S. et al. Monitoramento da qualidade da água tratada por sistemas de desfluoretação de águas subterrâneas. Revista Jovens Pesquisadores, Santa Cruz do Sul, v. 5, n. 3, p. 49-62, 2015.

SAVOY, V.L.T. et al. Determinação da dureza da água de regiões Agrícolas do estado de São Paulo. Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.71, n.3, p.387-389, jul./set., 2004.

TERRA, L. G. et al. Caracterização hidroquímica e vulnerabilidade natural à contaminação das águas subterrâneas no município de Ametista do Sul- RS. Revista do Centro de Ciências Naturais e Exatas – UFSM, v. 15, n.1, p. 94-104, 2016.




DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv4n3-101

Refbacks

  • There are currently no refbacks.