Perfil Das Infecções Relacionadas À Assistência À Saúde Em Uti Adulto Em Hospital Público De Referência Em Cardiologia, Belém - Pará / Profile of Healthcare-Related Infections in Adult ICU in a Public Cardiology Reference Hospital, Belém - Pará

Eduardo Pastana Cardoso, Ingrid Natalia Gustavo de oliveira, Pedro Augusto Ramos dos Santos, Neylane do Socorro Cruz da Silva, Milena Da Conceição Aviz Da Silva, Ana Karolina Lobo Pereira, Alexsander Pereira da Silva, Antonio Adriel Rabelo do nascimento, Camila Amaral Pereira Da Silva Conceição, Rosana de Souza Monteiro, Heline Braga Gonzaga

Abstract


A literatura científica apresenta que milhões de pacientes são afetados pelas IRAS (Infecção relacionada à assistência à saúde), a cada ano em todo o mundo, levando a uma mortalidade significativa e enorme perdas financeiras para os sistemas de saúde. De cada 100 pacientes hospitalizados, 07 em países desenvolvidos e 10 em países em desenvolvimento, irão adquirir pelo menos uma IRAS (WHO, 2014). Um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstrou que a maior prevalência de IRAS ocorre em unidades de terapia intensiva. Sendo que as infecções de sítio cirúrgico, infecções do trato urinário e infeções do trato respiratório inferior são as que mais ocorrem (WHO/CSR, 2002). No Brasil, dados de 2014 publicados pela Anvisa referentes ás UTIs, de 1.692 hospitais evidenciaram a densidade de incidência de Infecção Primária da Corrente Sanguínea Laboratorial (IPCSL) em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, como sendo de 5,1 infecções a cada 1.000 cateter venoso central (CVC)-dia.  No Pará em 2012, 50% dos hospitais já notificavam casos de infecção hospitalar, e em 2015, com a implantação e adesão dos hospitais ao sistema do formulário de notificação digital, este índice alcançou os 70%, devido à praticidade de operacionalização.


Keywords


Controle de Infecção; Terapia Intensiva, Assistência à Saúde.

References


SOUZA, L. M. et al. Adesão dos profissionais de terapia intensiva aos cinco momentos da higienização das mãos. Revista Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre, v. 36, n. 4, p. 21-8, dez. 2015. Disponível em: . Acesso em 31 ago. 2016. WHO. World Health Organization. WHO guidelines on hand hygiene in health care: a summary, Geneva, mar, 2009. Disponível em: . Acesso em 20 mar.2017




DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv4n2-220

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