Prevalência da síndrome de burnout em professores de uma universidade do Estado de Minas Gerais / Prevalence of burnout syndrome in teachers at a university of the State of Minas Gerais

Francine Silva Palage, Policardo Gonçalves da Silva, Tania Maria Delfraro Carmo, Raquel Dully Andrade, Amanda Aparecida Borges, Luana Matos Silva Araújo

Abstract


As condições sociais de trabalho e o estresse psicológico vivenciado decorrido dele atuam como fator de risco ocupacional, sendo capaz de afetar na prática toda a população economicamente ativa. Diante disso, o objetivo desta pesquisa foi identificar a prevalência da síndrome de burnout em docentes do ensino superior de uma universidade do interior de Minas Gerais. Realizou-se uma pesquisa descritiva de abordagem quantitativa, com 29 docentes da área de exatas, 32 da área de humanas e 52 da área de biológicas. Os dados foram coletados a partir de um questionário sócio demográfico para a construção do perfil profissional e comportamental dos participantes. Já para avaliação da síndrome foi utilizada a escala Maslach Burnout Inventory (versão em português), tabulados em planilha eletrônica. Diante disso, verificou-se que 38% da área de exatas, 37,5 % da área de humanas e 25% da área de biológicas são acometidos pela síndrome de burnout devido à presença do Score alto na dimensão de Exaustão Emocional, Despersonalização e Score baixo em Realização Pessoal, o que impõe a constatação de que a área de exatas é a mais afetada pela síndrome, seguida pela área de humanas e por fim, a área de biológicas. É sugestivo que fatores como sexo, idade, estado civil, grau acadêmico, quantidade de vínculos empregatícios, jornada de trabalho semanal, turno de trabalho, renda mensal, tempo de trabalho, filiação, religião, prática de atividade física, horas dormida por noite, alimentação equilibrada podem exercer influências como potencializadores, ou fatores de proteção da síndrome.


Keywords


Síndrome de Burnout, Estresse, Trabalho.

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DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv3n4-275

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