A redefinição do espaço natural para o lúdico: a interação ecoturismo educação ambiental e preservação do patrimônio natural tendo as reservas particulares do patrimônio natural-RPPNS como elemento mediador / The Redefinition of Natural Space for the Ludic: The Interaction Among Ecotourism. Environmental Education and Preservation of the Natural Asset Taking Account The Particular Reserves of the Natural Heritage-RPPN’s as a Mediating Elemen

Magda Beatriz de Almeida Matteucci, Rosângela Vera, Reginaldo Santana Figueiredo

Resumo


As Unidades de Conservação - UCs representam territórios apropriados ao turismo sustentável na natureza por se tratar de áreas destinadas à proteção, por vezes, integral dos recursos naturais, admitindo-se, a depender da modalidade de UC, a visitação com objetivos turísticos, recreativos e educacionais. O objetivo deste foi estudar as RPPNs como estratégia para legitimar o ecoturismo como atividade sustentável geradora de renda tendo a educação ambiental como instrumento de preservação ambiental. O estudo foi realizado através da observação participante. A coleta de dados foi realizada por meio de 10 (dez) visitas a UC entre março de 2016 e maio de 2017.  A principal observação foi o número de pessoas que visitavam a UC e quais os procedimentos foram utilizados pelo proprietário visando a proteção dos atributos naturais. Esse estudo sinaliza que, de um modo geral, a estratégia conservacionista do meio ambiente necessita de uma política consistente com o ecoturismo, articulada com a política de Educação Ambiental e a política de conservação da natureza visando harmonizar as ações turísticas com a conservação da natureza, garantindo o bem-estar das populações envolvidas e oferecendo aos turistas um contato íntimo e prazeroso com os recursos naturais e culturais de uma dada região.

 


Palavras-chave


RPPN, Ecoturismo, Unidade de Conservação, Educação Ambiental.

Texto completo:

PDF

Referências


ACERENZA, M. A. Administración del turismo: conceptualización y organización, 4. ed. México: Trillas, 1991 (reimp. 1997). 124 p.

BRASIL. Diretrizes para uma política nacional de ecoturismo. Brasília: EMBRATUR, 1994.

p.

BRASIL. Ministério do Turismo. Ecoturismo: orientações básicas. / Ministério do Turismo, Secretaria Nacional de Políticas de Turismo, Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico, Coordenação Geral de Segmentação. 2. ed. – Brasília: Ministério do Turismo, 2010. 90 p.

CRUZ NETO, O. O Trabalho de Campo como descoberta e criação. In: MINAYO, M.C. de S.( Org.) et al. Pesquisa social: teoria método e criatividade. 6. ed. Petrópolis: Vozes. 1996. p. 51-66.

GREGORI, W. de. Cibernética Social I: um método interdisciplinar das ciências sociais e humanas. São Paulo: Perspectiva, 1988, 249p.

JOLY, A. B. Conheça a Vegetação Brasileira. São Paulo: Ed. USP/Polígono, 1970. 181p.

MARANHÃO, V. A. de. Pantanais Mato-grossenses: da caça e pesca ao Ecoturismo – Análise do

desenvolvimento turístico. 1996. 129 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais e

Conservação)- Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1996.

PORTAL BRASIL. Turismo. . Acesso em: 13 mai. 2017.

GUIA GEOGRÁFICO GOIÁS. Disponível em: . acesso em: 13 mai. 2017.

IHGB. Mapa Rodoviário Goiás. Disponível em: . Acesso em: 13 jun. 2017.

EMBRAPA. Gite. Disponível em: . Acesso em: 19 jun. 2017.

IBGE. Área Territorial Brasileira. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/areaterritorial/principal.shtm>. Acesso em: 13 mai. 2017.

ICMBIO. Disponível em: . Acesso em: 28 jun. 2017.

MATTEUCCI, M. B. A. Hóspedes de si mesmos: um estudo socioambiental sobre a unidade de conservação Parque Estadual de Terra Ronca - GO. 2003. 194 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Sustentável)- Universidade de Brasília, CDS, Brasília, 2003.

MEIRELES FILHO, J. Disponível em:. Acesso em: 23 abr. 2001.




DOI: https://doi.org/10.34188/bjaerv4n3-004

Apontamentos

  • Não há apontamentos.