Ação educativa sobre a febre amarela visando a preservação de primatas na cidade de Poços de Caldas / Education activity about yellow fever disease, aiming the primates preservation in the city of Poços de Caldas

Amanda Juliani Bispo, Camila Faria Garcia, Mayara Barbosa Martin, Ana Carolina Araujo Camargo da Silva, Andrea Rentz Ribeiro

Resumo


Devido ao surto de febre amarela no Brasil entre os anos de 2016 e 2017, muitas pessoas começaram a associar o reaparecimento da doença com a transmissão do vírus por primatas não humanos. Isso levou ao aparecimento de muitos casos de agressão e morte de diversas espécies de macacos. O objetivo deste trabalho foi realizar a conscientização da população do município de Poços de Caldas, Minas Gerais em relação a epidemiologia da febre amarela e o papel dos primatas no ciclo silvestre, explicando que a transmissão é feita somente pelo vetor Aedes aegypti e que agressão a um animal silvestre é crime ambiental. A escolha dessa cidade foi devido à proximidade constante desses animais com os humanos, principalmente em pontos turísticos da cidade próximos a áreas de Mata Atlântica. Para isso, foi realizado um questionário com a população em diversos pontos da cidade, sendo possível assim medir o grau de conhecimento dos cidadãos e turistas em relação a doença e os animais. Portanto, pudemos iniciar uma conversa sobre o tema e ter a abertura para realizar a conscientização para não agressão dos macacos. 


Palavras-chave


macacos, turistas, epidemiologia.

Texto completo:

PDF

Referências


CAVALCANTE, K.R.L.J.; TAUIL, P.L. Risco de reintrodução da febre amarela urbana no Brasil. Epidemiol. Serv. Saúde, v. 26, n. 3, p 617-620, 2017.

VALE, J. Q. A.; OLIVEIRA, L. S.; FILHO, M. P. L.; QUARTO, G. V.; LEITE, L. A. C.; SOUZA, T. B.; MARIANO, S. R.; PIRESHERINGER,T. Surto de febre amarela na microrregião de Manhuaçu, Minas Gerais.Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research -BJSCR, v. 20, n. 3, p 07-13, 2017.

VASCONCELOS, P.F.C. Febre amarela. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v.36, n. 2, p 275-293, 2003.




DOI: https://doi.org/10.34188/bjaerv3n3-043

Apontamentos

  • Não há apontamentos.