Análise da capacidade funcional em idosas praticantes de hidroginástica / Analysis of functional capacity in older hydroginastic practice

Daniele Bueno Godinho Ribeiro, André Santos Cunha Silva, Guilherme Luiz Silva Ferreira

Abstract


Introdução: De acordo com o IBGE o número de idosos aumenta muito a cada dia chegando em 2018 a superar a marca dos 30,2 milhões de idosos com idade igual ou acima de 60 anos da população brasileira. Com o crescimento constante desses índices a procura da terceira idade pelas práticas de atividades físicas, também aumenta. A hidroginástica é uma atividade muito procurado e que pode propiciar grandes benefícios para seus praticantes. Objetivo: Analisar a capacidade funcional de idosos praticantes de hidroginástica no Programa de Atividades Físicas e Esportivas (PROAFE) na cidade de Gurupi no Tocantins.  Material e Método: Trata-se de um estudo descritivo, quantitativo, composto por uma amostragem de 19 idosas. A análise estatística foi realizada através do teste T-Student, admitindo seu nível de significância p<0,05. Resultados: A capacidade funcional obtida foram: C10M e LPDV com escore “fraco”, LCLC e VTC com escore “muito bom” e LPS “regular”, obtendo o IG “bom”.


Keywords


Idosos; Hidroginástica; Autonomia Funcional.

References


- WHO Active Ageing. A Contribution of the World Health Organization to the second United Nations World Assembly on Aging. A Police Framework, Madrid, Spain. April, 2002.

- ISTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Proporção de idosos de 60 anos ou mais e de 65 anos ou mais de idade, Brasil, 1999/2009. Disponível em: http://teen.ibge.gov.br/mao-na-roda/idosos.

- Driusso P, Chiarello B. Fisioterapia Gerontológica. Manole, Barueri, 2007; Cap. III;29-30.

- Pickles B. Fisioterapia na terceira idade. Livraria Santos, São Paulo, 2000; 2.ed., Cap. VI, 68-78.

- Guccione A. Fisioterapia Geriátrica. Guanabara Koogan S.A, Rio de Janeiro, 2000; 2. ed., cap. VII, 114-17.

- Sova R. Hidroginástica na terceira idade. Manole, São Paulo, 1998.

- WHOQOL_GROUP. The world health organization quality of life instruments. Measuring quality of life, 1994.

– Caporicci S, Neto MFO. Estudo comparativo de idosos ativos e inativos através da avaliação das atividades da vida diária e medição da qualidade de vida; Motricidade. 2011;7(2);15-24.

– Jerônimo DP, Souza FP, Silva LR, Teodoro PHS. Avaliação da autonomia funcional de idosas fisicamente ativas e sedentárias. Revista Brasileira Educação Física Esporte, Passo Fundo, maio/agosto, 2011; vol. 4, n. 2, p.173-178.

– Nobre M, Figueiredo T, Moraes E, Simão R. Avaliação da autonomia funcional de idosas praticantes de hidroginástica. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, São Paulo, maio/junho, 2012; v.6, n.33, p.277-283

– Dantas EHM, Vale RGS. Grupo de desenvolvimento latino-americano para maturidade (GDLAM). Discussões de estudo: conceitos de autonomia e independência para o idoso, Rio de Janeiro, 2004.

– Rodrigues BGS, Cader AS, Torres NVOB, Oliveira EM, Dantas EHM. Autonomia Funcional de idosas praticantes de pilates. Fisioterapia Pesquisa, São Paulo, outubro/dezembro, 2010; v.7, n.4, p. 300-5.

– Elward, k; Larson, EB. Benefits of exercise for older adults. A review of existing evidence and current recommendations for the general population. Clinical Geriatric Medical, 1992; 8, 35-50.

– Rubenstein LZ, Josephson KR, Trueblood PR, Loy S, Harker JOH, Pietruszka FM et al. Effects of a Group Exercise Program on Strength, Mobility, and Falls Among Fall-Prone Elderly Men. Journal of Gerontology. MEDICAL SCIENCES, 2000; vol. 55A, n. 6, p. 317-321.




DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n5-246

Refbacks

  • There are currently no refbacks.